
Dupla conquistou título do Open Beach Tennis Internacional e, de quebra, ainda viu os pais de Giuli também subir no degrau mais alto do pódio na categoria 50+.
Ostentar a Amarelinha é uma responsabilidade e tanto, mas Giuliano Pietro, atleta Zand e integrante do Time Moving, não se intimidou e fez história ao subir no degrau mais alto do pódio do Mundial da IFBT – Federação Internacional de Beach Tennis 2026 (em inglês, International Federation of Beach Tennis), em torneio realizado em Chioggia, região costeira do Vêneto, na Itália, no final de maio passado.
DIVERSAS MARCAS
Mas, não foi apenas um feito, foram várias marcas alcançadas. Giuli, como é carinhosamente chamado pelos familiares e fãs, conquistou, no Open, a primeira colocação na categoria dupla mista para jogadores menores de 30 anos, além do primeiro lugar na dupla mista intermediária, mas não parou por aí, e o atleta de Santo André ainda garimpou a prata nas categorias de dupla abaixo dos 30 anos e dupla intermediária.
E sabe aquela velha máxima? É de berço que se aprende! Neste contexto se aplica confortavelmente, isso porque, seus pais, Valdecir e Adriana, também defenderam a Canarinho e, repetiram o feito do herdeiro, conquistaram o título da categoria 50+.
E em um uníssono, a família comentou o que foi conquistar tantos títulos em um espaço pequeno de tempo e com a camisa da Seleção Brasileira.
“Foi uma experiência única, um sonho que se tornou realidade em que a @use.moving – Óculos esportivos premium e Bio Extratus participaram da realização. Além da família que foi campeã mundial, algo que tornou o momento e o título muito mais especial é ter o defendido ao lado de Valentina Soares”, comemoraram os campeões.
Aliás, Valen, como é conhecida, é dupla de Giuli, assim, ambos fazem parte do Time Moving na categoria duo de Beach Tennis, portanto, um sonho em dose dupla.
BRASIL NO TOPO
Bem como foram campeões, a família colocou o Brasil, também, no degrau mais alto do pódio, já que a Seleção Brasileira terminou o Mundial em primeiro lugar, estampando a bandeira na vitrine do planeta, amealhando 90 pontos, quando somadas as pontuações de medalhas de Ouro – 31, Prata – 17 e Bronze – 42, superando, portanto, Itália e Polônia, segunda e terceira colocadas, 114 e 66 pontos, respectivamente; porém, a quantidade de láurea dourada brasileira foi maior, colocando o país tupiniquim no topo do mundo.
Por: Celson M. Rodrigues
Fonte: Jornal ABC Repórter




